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Segunda-feira
Nov012010

O PAI DOS ESPÍRITOS

“O PAI DOS ESPÍRITOS”

 APÓSTOLO JOSÉ LUIS DE JESÚS JESUS CRISTO HOMEM

 13 de Janeiro de 2010

 

 

Abençoados com todas as bênçãos espirituais. Nesta ocasião, entraremos em um calqueo, a um ensino poderoso sobre a palavra da graça, edificando nossas vidas por todas as partes que você se encontre. São tão belos os testemunhos que escuto de como a palavra levanta, como atua na vida dos crentes.

Bem, o tema de hoje é “O Pai dos espíritos”. Naturalmente, o Pai dos espíritos e a disciplina de Deus.

Deus estabelece pactos e diz que Ele é o Pai dos espíritos e disciplina os filhos, enquanto estão aqui na terra, ou seja, enquanto estão “nos céus”, não no “céu”, porque este é um projeto aqui embaixo. Esta palavra é para que vivamos.

Mas vamos fazer a leitura para ver bem claro como é que esta disciplina se aplica, a quem se aplica, e para quê está feita. Diz em Hebreus, capítulo 12, no verso 5 em diante:

 “E haveis já esquecido a exortação que como a filhos se vos dirige, dizendo: Filho meu, não menosprezes a disciplina do Senhor, nem desmaies quando és repreendido por ele, porque o Senhor ao que ama, disciplina, e açoita a todo aquele que recebe por filho. Se suportais a disciplina, Deus vos trata como a filhos, porque, que filho é aquele a quem o pai não disciplina? Mas, se vos deixa sem disciplina, da qual todos têm sido participantes, então sois bastardos, e não filhos.

Por outra parte, tivemos a nossos pais terrenais que nos disciplinavam, e os venerávamos. Por que não obedeceremos muito melhor ao Pai dos espíritos, e viveremos?”

 Bem, aqui é que está o detalhe: “o Pai dos espíritos”, não está falando de pais, fisicamente, está falando de uma disciplina espírito.

Esta disciplina é só para os filhos, há que entender isso. Os bastardos, esses não são disciplinados, esses se aproximam da verdade e nunca chegam ao pleno conhecimento dela. Podem entrar no ministério, saem do ministério; porém, nunca chegam à verdade total, porque são bastardos. Os bastardos, os anjos se encarregam deles lá, e lá não é disciplina, lá é perigoso estar nas mãos da cobertura por ser um bastardo.

O filho não, o filho pode estar debaixo dos anjos, debaixo da disciplina, debaixo do açoite e sempre está seguro. Porque o propósito de disciplinar aos filhos é para que vivamos, para que reinemos em vida, e este é um projeto aqui na terra, como lhe disse.

Há um só Pai dos espíritos, não há dois, e esse Pai dos espíritos disciplina aqui nos “céus”, ou seja, na terra. É para gente que tem corpo físico, para gente que está aqui embaixo, e o Pai também é um que tem corpo físico.

É uma disciplina com o fim de educar e preparar o crente para que viva, para que viva bem, em paz e repouso. A disciplina é um conhecimento que chega à mente, ou seja, ao espírito, e chega com o propósito de que o crente conheça sua verdadeira identidade. Esse é o primeiro propósito: Iluminar os olhos de seu entendimento para que você conheça sua verdadeira identidade.

Porque aí é onde começa sua felicidade. Uma vez conhecendo sua verdadeira identidade, já não é o ladrão; já não é o doutor; já não é o advogado; já não é o pai exemplar; ou bom ou mau; já não é o confinado; já não é o viciado em drogas; a prostituta. Não, isso já se acabou. Isso, “se alguém está em Cristo, é uma nova criação”. Essa não é sua identidade, isso foi uma desordem que você tinha na sua carne por situações e diferentes causas, de vivências, de política, de seu povo, de seus pais, de seus avós, de seu sobrenome, isso aí não vai ajudá-lo.

A meta é que você conheça sua verdadeira identidade; a disciplina é para isso. A disciplina se manifesta na mente, se manifesta para lhe educar, lhe dar um conhecimento. Uma vez chegando esse conhecimento já não é órfão.

Bastardo, o bastardo sempre é bastardo. Agora, o filho, sempre fica em sua casa, disse meu antecessor, Jesus de Nazaré. O filho sempre fica em casa; o escravo, esse é inseguro. Agora, o filho, esteja onde estiver, nas mãos dos anjos, no meio de açoites, é filho; e o propósito é educá-lo para que viva. E aquele que começou a boa obra em vós, os filhos, Ele vai terminar. A má ou a boa obra, aos empurrões, ou lhe arrastando, seja como for, Ele vai terminar, se você é filho de Deus.

Agora, veja o que diz Hebreus 4:12. Diz:

“Porque a palavra de Deus…”

Ou seja, o evangelho da incircuncisão, porque a palavra deste pacto é a incircuncisão. A do outro pacto era a circuncisão, e ainda ensinava lá. Mas diz, neste pacto, já falando de que estamos no novo pacto, diz que é como espada de dois gumes. Diz:

“… é viva e eficaz, e mais cortante que toda espada de dois gumes; e penetra até partir a alma e o espírito …”

Esse é o propósito: Ela vai seguir lutando contigo até lhe partir. Ela vai seguir trabalhando contigo; esse é um trabalho de detalhe, um trabalho de cuidado. Porque ele quer lhe partir, separar, não destruir, mas a palavra leva esse propósito.

“…até partir a alma e o espírito, as juntas e medulas, e discerne…”

Este é o propósito também de que você conheça sua verdadeira identidade:

“…discerne os pensamentos e as intenções do coração.”

Um dos propósitos é que você conheça quem é verdadeiramente. Eu escrevi aqui uma notinha:

É um conhecer real do que somos. É um conhecer a si mesmo; quem sou, o que busco, o que eu creio, que conceito tenho de mim. Sou verdadeiramente o que estou projetando? Ou sou um mentiroso? Um hipócrita? Em que direção estou indo?

Esse é o propósito desta palavra, e a disciplina vai com o propósito de que você se encontre. Por isso, muitos, quando chegam a este ministério ficam com medo e são detratores. Diz: - Espera, aqui já estão me conhecendo, e eu não quero sair do armário. É como eu lhes disse antes, é como se abrisse um zíper (fecho), e saísse a verdadeira identidade, esse é o propósito.

Por isso, é que muitos têm medo deste ministério. Há pessoas que têm temor que lhes conheçam, que saibam quem são. Põem desculpas: - Não, que isto, que aquilo. Que ele não pode ser Jesus Cristo Homem, que ele não pode ser isto. E põem mil desculpas, a ideia é não ser encontrado, - andam escondidos.

E muitas pessoas têm medo do Ministério do Espírito. Que Espírito? O único Espírito que existe, o Espírito Santo, o Espírito de Deus, a Palavra de Deus, o Evangelho, tudo isso é a mesma coisa, o Pai, o Filho. Isso é sinônimo, abençoado.

Esse é o propósito da palavra, que corra e seja glorificada em vós. O PROPÓSITO DA PALAVRA QUE EU PREGO É QUE VOCÊ ENCONTRE A SI MESMO; QUE SAIBA QUEM VOCÊ É; QUE NÃO NADE MUITO PARA LOGO MORRER AFOGADO NA BEIRA. MELHOR AFOGAR-SE NO MEIO DO LAGO, MAS NÃO NA BEIRADA.

Você sabe que eu disse que tem gente que tem medo deste ministério. Claro, tem um medo terrível. É como o gado, os bois que estão em um curral, mas você sabe que há que lhe sacar a bisteca; chuletas são de porco, mas mesmos aos porcos acontece o mesmo. Eles passeiam, e estão lá no curral para cima e para baixo, pastam tranquilos. Porém, há um lugar onde os matam e esse lugar cheira a sangue, e quando esses animais são levados ao matadouro, eles sentem o cheiro; parece que têm um olfato diferente dos vampiros, os vampiros ficam encantados com o sangue como diz a lenda, a mentira de Hollywood. Porém, estes animais sentem o cheiro de longe e aí cravam as unhas, e tem que puxá-los porque sentiram o cheiro de sangue.

Assim são estas pessoas que têm medo deste ministério. Este é o ministério do Espírito, perdoa-me. O ÚNICO MINISTÉRIO DO ESPÍRITO, porque há um só Pai dos espíritos, não há dois.

- E quem é o Pai dos espíritos? Bem, eu imagino que o Pai dos espíritos é a quem revelaram o evangelho que disciplina os crentes. Quem é o único Pai dos espíritos? Pois, aquele que disciplina com Espírito. Aquele que traz a revelação para que você conheça sua verdadeira identidade.

- Para quê? Pois, para que você saiba que é um predestinado; que você é um escolhido; que é um eleito; que você é um santificado; que é muito especial; que você é um tesouro em um vaso de barro; que é um deus; que não há arma forjada contra ti. Que, se houvesse demônios, teriam medo de você. Fugiriam de você. Fariam como os bois ao pressentir o matadouro onde está o sangue.

Para isso é que vem esta palavra, para lhe dar a conhecer que você foi escolhido antes da fundação do mundo; que é um abençoado; e que já era filho antes de ter carne. Por isso, é que diz aí mesmo em Hebreus: “Porquanto os filhos participaram de carne e sangue…” Eram filhos e participaram de carne e sangue. Aí é que você conhece sua verdadeira identidade.

Por que este ministério faz as pessoas felizes? Digo, aos que se deixam fazê-los felizes, porque o bastardo não se deixa disciplinar de todo. Mas por que os faz felizes? Em Cuba, há milhares de pessoas felizes. No Equador, na América Central, na América do Sul, no Cone Sul, em Santo Domingo, em Porto Rico, em todos os Estados Unidos, na Espanha, Europa. Por que faz as pessoas felizes? Por que nada move estas pessoas? Nada lhes move. Por quê? Porque elas conhecem seu verdadeiro Pai espiritual. Elas sabem o que aconteceu a seu espírito.

Veja o que diz em Hebreus 5:14. Diz:

“Mas o alimento sólido é para os que têm alcançado maturidade, para os que pelo uso têm os sentidos, onde está a mente, os sentidos exercitados no discernimento do bem e do mal.”

Isto é para os que têm alcançado maturidade. Esse é o propósito deste ministério, levar você à maturidade, para que não seja um menino em Cristo, que não fique como os demais, atirando golpes no ar, expulsando demônios, soprando, orando pelos enfermos, rogando a Deus para que o ajude, quando você já sabe que está abençoado, fazendo procissões nas ruas para que a virgem livre seu povo das guerrilhas, que o livrem do comunismo. E passam assim a vida toda, não chegam a lugar nenhum.

Observe que o bastardo é uma pessoa que se aproxima da verdade, mas nunca chega ao pleno conhecimento dela.

Veja como diz a Segunda carta a Timóteo, falando destes bastardos, no capítulo 3, verso 5. Diz:

“Que terão aparência de piedade, mas negarão a eficácia dela; a estes, evita”.

Têm aparência. Dizem: - Aleluia! Glória a Deus! Deus te abençoe. Deus te guarde. Deus continue te abençoando. Dizem: - Bênçãos. Dizem: quanta religiosidade sai por sua boca. Mas não se atrevem a dizer: - Abençoados. Você sabe por quê? Porque têm temor que os comparem conosco. Eles sabem que eu sou o Pai da fé, o Pai da doutrina Sem Pecado, e sabem que você está abençoado. Mas eles têm medo dessa fraseologia.

Diz o verso 7:

“Estas, falando das mulheres que se acercavam, estas sempre estão aprendendo, e nunca podem chegar ao conhecimento da verdade”.

Diz, verso 8:

“E da maneira que Janes e Jambres resistiram a Moisés…” Viu, resistem a seu líder.

“… assim também estes resistem à verdade; homens corruptos de entendimento, réprobos quanto à fé. Mas não irão adiante; porque sua insensatez será manifesta a todos, como também foi a daqueles.”

Assim que, o Pai dos espíritos disciplina ao verdadeiro filho. Isso é um privilégio, ser disciplinado por Deus. Aqueles que se conhecem, que não têm medo de que os vejam.

Veja, eu tenho sido transparente com a imprensa, contigo, já lhes disse que fui ladrão, que fui viciado em drogas, que estive preso, que me comportei mal, que cometi erros. Eu sou transparente. Sabe por quê? Porque eu não tenho medo. Você não vê que a verdade é pela verdade, e nada disso me afeta.

Todos, aqui, temos oportunidades. Todos os que temos padecido e temos passado, temos oportunidade de que a disciplina te acerte. Se a disciplina de Deus não te salvar, nem o médico chinês. Se a disciplina de Deus não te acerta, veio estragado de fábrica, é um bastardo, nada pode lhe ajudar. Mas se você é filho de Deus, e está selado com este Espírito da verdade, você vai suportar a disciplina. Dói, às vezes dói, e vem a perseguição, e vêm os mal entendidos, mas você suporta.

Vamos ver o que mais escrevi aqui: Para que é esta disciplina?

Veja como diz lá a Primeira carta aos Coríntios, capítulo 2, no verso 12, diz:

“E nós não temos recebido o espírito do mundo, senão o Espírito, que é o Espírito Santo…”

Para quê? Para falar línguas, para profetizar, para dar minha própria opinião. NÃO! Para quê?

“… que provém de Deus, para que saibamos o que Deus nos concedeu.”

Esse é o propósito da disciplina de Deus. Para que você saiba quem você é, para onde vai, de onde vem e para onde vai. A disciplina de Deus é maravilhosa; te corrige; te ilumina; te guia para que o coxo não saia do caminho. Está coxo; porém, que não saia do caminho. Ensina você a fazer sendas direitas: - Sim, caminho assim; se vou por aqui, o coxear que eu tenho não sai, porque o tenho debaixo do controle, o levo cativo a obediência de Jesus Cristo. Isso é o que faz a disciplina do Senhor: corrige.

Por isso, é que Isaías chamou isto de ‘Caminho de Santidade’. Diz: E por mais torpe, por mais bruto, por menos educação que tenha, não sairá desse caminho. Porque aqui não é a inteligência humana. É se você é filho, se é, vai ser disciplinado e vai entender a disciplina, não importa o grau acadêmico que você tenha, é a disciplina. Não é a disciplina de um pai terrenal, porque também eles buscam o melhor, mas você sabe que os pais terrenais às vezes nem sabem disciplinar a ninguém, com socos e gritos e abusos de quantas coisas temos visto em toda a história. Não, este é o Pai dos espíritos, este é o que educa, o que te ensina o caminho, o que te leva a triunfar, para que vivamos, diz a Palavra do Senhor.

Esta disciplina é agora, agora, aqui, na terra, nos céus. Não no céu, mas nos céus. Para que vivamos, para que se vejam as intenções e os pensamentos. Mas o homem corrupto de entendimento não vai lhe entender. O homem corrupto de entendimento segue tropeçando e tropeçando. E mais, as vacas são mais inteligentes que ele, porque uma vaca tropeça uma só vez em um lugar, ali ela não volta a tropeçar, porque ela já sabe onde está o buraco. Mas o corrupto de entendimento segue tropeçando com o mesmo. Não acaba.

Veja os anos que estão metidos na igreja. Em qual igreja? Isso não é nem igreja; essas são sinagogas protestantes, sinagogas pentecostais, sinagogas de divisões de espírito, de suspeita, de homens que criam males. Maus. Corruptos de entendimento.

Veja o que diz aí mesmo em Hebreus, capítulo 12, versos 23 ao 25. Diz:

“A congregação dos primogênitos que estão inscritos nos céus, a Deus o Juiz de todos, esse é o Pai dos espíritos, aos espíritos dos justos feitos, o quê?, feitos perfeitos …”

Esta é uma congregação que está nos céus, de seres com corpos humanos, que seus espíritos foram aperfeiçoados.

Diz: “… a Jesus, o Mediador de um novo pacto, e ao sangue aspergido que fala melhor que o de Abel. Veja que não desprezeis ao que fala…”.

E você pode dizer: - Não, ele está falando de Jesus de Nazaré.

Não, ele não falou destas coisas. Aí Ele já havia morrido, havia ressuscitado, já habitava em luz inacessível. Está falando de agora. Este é um livro profético para a congregação onde ia aparecer a revelação que forma os espíritos, que dá disciplina ao espírito.

Não era assim antes de 1973. Antes isso não existia. O que existia era apostasia, estavam fora, longe da fé. Desde 1973 para cá, desde que Jesus Cristo Homem começou, aí começou o Trono da Graça; aí começou a disciplina; aí começou a espada do Espírito; aí começou a verdadeira identidade. Aí começou tudo, em 1973. Paulo deixou e me passou a batuta.

Por isso, é que Paulo disse: - Veja, eu ponho o fundamento, agora, outro edifica. Outro.

E esse vinha para o futuro. E esse futuro já está entre nós; já estamos recebendo a disciplina de Deus; já estamos nos exercitando para a transformação. Porque você não pode entrar à transformação com uma mente corrupta.

Por isso, todos estes detratores que se foram de nós, que não se vistam que não vão. Não se penteiem, quando vier a transformação, aí vai ser o choro e ranger de dentes para aquele que não estiver disciplinado com esta palavra.

Veja como diz o verso 25:

 “Veja que não desprezeis ao que fala. Porque se não escaparam aqueles que desprezaram ao que lhes admoestava na terra, muito menos nós, se desprezarmos ao que admoesta desde os céus”.

 Não, ‘o céu’, senão “desde os céus” -

“A voz do qual moveu então a terra, mas agora prometeu, dizendo: Ainda uma vez, e comoverei não somente a terra, senão também o céu. E esta frase: Ainda uma vez, indica a remoção das coisas movíveis, como coisas feitas, para que fiquem as imóveis. Assim que, recebendo nós um reino inabalável, tenhamos gratidão, e mediante ele sirvamos a Deus agradando-lhe com temor e reverência; porque nosso Deus é fogo consumidor”.

Esse é o chamado, abençoado. Esse é o chamado desta hora: Participar dessa disciplina.

Para terminar, Hebreus, capítulo 12, no verso 10:

“E aqueles, certamente por poucos dias nos disciplinavam como a eles lhes parecia, mas este para o que nos é proveitoso, para que participemos de sua santidade”.

“Sem santidade, ninguém verá o Senhor”, claro: sem disciplina, ninguém verá o Senhor. Você não vê que esta disciplina é a que santifica? A que santifica o quê, sua roupa? Para que a mulher vista assim, desta ou de outra maneira? Não. Santifica Sua mente, os pensamentos e as intenções. Aí é onde está. Estas mulherzinhas que dependem do externo, passam por um salão de beleza e seus olhos só faltam saltar. Por quê? Porque sua mente não foi santificada, o que têm é um modo de duro trato do corpo, santificando suas carnes. Isso não é santidade, abençoado. “Participamos de sua santidade”, de sua disciplina, de seu evangelho, do poder deste evangelho.

Assim que, o homem que é corrupto de entendimento, isto que eu falo lhe entra por um ouvido e sai pelo outro. São cata-ventos de alto mar, sem timão e sem âncora. Não estão ancorados, vão daqui para lá. Aproximam-se da verdade e nunca chegam ao pleno conhecimento dela. Conheceram o sistema como suas mãos, vêm aqui, conhecem este como suas mãos e voltam atrás. “O cachorro volta a seu vômito”.

Abençoados com todas as bênçãos, amada igreja. Te amo. Receba a disciplina de seu Pai. Abençoados. Até a próxima.