Siga a Jesus Cristo Homem pela Rede:
Contagem Regressiva
Untitled Document

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

« O ÚLTIMO ANO DA CONTAGEM | Main | O CUMPRIMENTO DO TEMPO »
Quarta-feira
Jan042012

O TEMPO DE REFORMAR AS COISAS

TEMPO DE REFORMAR AS COISAS

 

APÓSTOLO DOUTOR JOSÉ LUIS DE JESÚS MIRANDA

JESUS CRISTO HOMEM

 

14 de dezembro de 2011

 

 

Vamos à carta aos Hebreus. Que tremenda carta! Essa carta não tinha sentido até que Jesus Cristo Homem apareceu; até então, essa carta não se entendia. Vamos ler o capítulo 9, versos 9 a 11.

 

Esse capítulo 9 começa dando um exemplo do que era o santuário anteriormente; fala do átrio, do lugar santíssimo que o sacerdote entrava uma vez ao ano para interceder pelos pecados de ignorância do povo. Então, começa a falar do que era o velho testamento; o que era o tabernáculo, que era composto de três partes, o átrio, o pátio onde se faziam os sacrifícios, logo a segunda parte que era o lugar santo, onde estava o candelabro e o incenso. Por isso, é que você vê o padre na missa com o incenso. Veja, a missa é uma pobre cópia do que faz um padre em uma missa. Por isso, você vê que na semana santa eles põem como um véu, porque na terceira parte tinha um véu por onde podia entrar o sacerdote uma vez ao ano, só ele. Ah, e entrava amarradinho, você já ouviu isso, tinham que amarrá-lo, porque, se tivesse uma falha, caía morto e tinham que puxá-lo; porque se morresse sem a corda, quem ia buscá-lo lá? O lugar santíssimo ia apodrecer ali com esses homens podres, se alguém fosse buscá-lo, então seriam dois mortos, e, se fosse o terceiro, também morria. Então, a corda era para puxá-lo.

 

Então, logo depois começa o verso 9, dando a entender que aquilo não servia para nada, que o que o mundo pregou por 2000 anos aí diz que não servia para nada. Então, diz Hebreus 9: 9 a 11.

 

“O qual é símbolo para o tempo presente, segundo o qual se apresentam ofertas e sacrifícios que não podem aperfeiçoar quanto à consciência ao que pratica esse culto, já que consiste só de comidas e bebidas, de diversos batismos, diversas abluções, lavamentos, isso é exatamente o que fazem os judeus,  e ordenanças acerca da carne, impostas até o tempo de reformar as coisas.”

 

Ou seja, isso estava imposto até o tempo de reformar as coisas. A pergunta é: E quando é o tempo de reformar as coisas? Porque estava certo para ser 2.000 anos atrás, porque, tão logo Cristo morreu, começou o tempo de reformar as coisas. Porém, há uma predestinação aqui, porque não se reformaram as coisas. Porque, ainda que Cristo tenha morrido, ali começaram os bens vindouros e começaram a reformar-se as coisas; por alguma razão, passaram 2.000 anos e o tempo se congelou. Por isso, é que Paulo diz que o tempo é um rudimento, porque o tempo se congelou. É como você, de repente, você diz: Olha, quanto tempo nós vivemos aqui na Flórida?

- Levamos cinco anos.

- Como? Já se vão cinco anos que chegamos?

Então, os meses para você se congelaram. Você sabe que, às vezes, isso acontece.

 

Pois, houve um congelamento de 2.000 anos para reformar as coisas. Em outras palavras, estava certo que a reforma seria 2.000 anos atrás, mas não se reformou.

 

Tem uns detalhes aí. Número 1, diz:

 

1.    Não podem alcançar perfeição - Hebreus 9:9.

 

“O qual é símbolo para o tempo presente, segundo o qual se apresentam ofertas e sacrifícios que não podem fazer, quê? perfeito, quanto a quê? quanto à consciência.”

 

Porque o corpo não vai ser aperfeiçoado, é quanto a sua consciência. Tão logo eu limpo a sua consciência, você começa a reinar em vida. Eu gostaria que você visse os e-mails que as pessoas me enviam: “Desde que me aconteceu este encontro, veja, é que não sei como dar-lhe graças. Mas, que tremendo, é que eu não sei o que aconteceu, uma nova vida, - bem é uma mudança total. Isso é o que você sentiu? Uma mudança total?

 

Pois, o que acontece é que você sofreu uma circuncisão, um cortezinho, não físico, mas na mente, lhe extirparam como que um adormecimento que você tinha, e, de repente, você diz: - Veja, isto é assim.

 

Olha, foi lindo quando aconteceu contigo? Verdade que sim? Quantos aqui no princípio disseram: Tenha cuidado com isto? Levantem a mão quantos disseram isto. Olha, muitos. Disseram a você: - Tenha cuidado que há falsos profetas, e há falsos evangelistas. – Assim é que começam, verdade? Mas quando você entendeu o que aconteceu... Ah, isto é fácil, mas que fácil estava isto. – Porém, isso tem que lhe circuncidar a mente. Tem que lhe arrancar um “plug” que está metido aí, porque se você não entende é porque o tem aí.

 

Filipenses 3: 21.

 

“O qual transformará…”

 

Quê? Para que o vai transformar se está aperfeiçoado? A consciência já está limpa; porém, o corpo é de humilhação. Por que de nossa humilhação? Porque como lhe tem humilhado este bandido. Alô! A quem não humilha este aparato? Ufff, como dói, verdade que sim. Eu, às vezes, me aborreço comigo mesmo, mas não posso negar ao Senhor, porque isso me tem ajudado a entender melhor esta mensagem e a consolar. Mas eu me molesto pelo corpo que tenho, e que está aí para esse trabalhinho. Veja o que diz:

 

“O qual transformará, quer dizer que não está transformado, transformará o corpo da nossa humilhação, alô…, para que seja semelhante ao corpo da sua glória, pelo poder com o qual pode também sujeitar a si mesmo todas as coisas.”

 

Voltando ao tema, quer dizer, que há uma perfeição que o mundo evangélico não tem experimentado. E você sabe por que não tem experimentado? Se são honestos, e você lhes pergunta: Por que você jejua? Por que você pensa que pode perder a salvação? Por que você pensa que o diabo vai entrar em você? Por que você pensa que Deus pode achá-lo em pecado? Por quê? Porque não sentem a perfeição. Se eles sentissem a perfeição, eles diriam: - Não, rapaz, do Senhor ninguém vai me separar. Eu estou salvo para sempre. Como algo perfeito vai se perder? Se ele o aperfeiçoou, para que você seja um deus como ele é. Então, lhe entra limpa consciência e lhe faz bem e aprende a se perdoar. Não se rende.

 

Por isso, essa gente que nos escreve: - Veja, eu ia tirar minha vida e agora não quero. – Como vai querer, se sentiu alívio, lhe chegou a paz? Para que você vai tirar a vida, rapaz, se você pode reinar em vida apesar do corpo de humilhação?

 

Mas a pergunta é: Se isto aconteceu faz 2.000 anos, por que ninguém estava aperfeiçoado em espírito?

 

Não havia nenhum, o único era Paulo e o mataram, e, quando o mataram, veja o que diz Atos, capítulo 20, verso 28. Veja o que diz Paulo advertindo sobre o que ia acontecer. Diz:

 

“Portanto, olhai por vós mesmos, e por todo o rebanho em que o Espírito Santo vos pôs por bispos, para apascentar a igreja do Senhor, a qual ele ganhou pelo seu próprio sangue.

Porque eu sei, veja, isso ele sabia, que depois de minha partida,

O que ia acontecer? A graça ia correr por toda parte?

Entrarão lobos vorazes que não perdoarão o rebanho.”

 

Essa é uma profecia.

 

Por isso, aqui há uma ciência, preste bem atenção, vamos reconsiderar e a pensar todos aqui, porque há espaço para isso. Não estamos gritando, não estamos agitando, estamos estudando. Ou seja, “estando Cristo já presente”, mas a mudança aconteceu faz 2.000 anos, e por que não se soube? Por que ninguém podia receber uma limpa consciência?

 

A razão que uma igreja ensina que o pecado está em pé é que não tem uma limpa consciência. Quando nos acusam dizendo: - Eles dizem que não há pecado. – Nós não dizemos isso, o pacto diz que não há pecado. Agora, você pode ver isso, porque lhe foi dada uma limpa consciência. Mas, se você não a tivesse, diria: - Não rapaz, o pecado está rompante, é alarmante. Está por toda parte o pecado. – Porque não tem os filtros; tem a cabeça estragada, não a tem aperfeiçoada; o que tem é uma mente suja, não uma mente limpa, uma com-ciência. Antes de Eva e Adão pecarem, tinham ciência; entrou o pecado e entrou a consciência. Cristo veio e lhe devolveu a ciência com o conhecimento do mal. (Aplausos)

 

Então diz: “impostas até o tempo de quê, de reformar, quê? Aquilo estava imposto até que Cristo morreu e ressuscitou, mas Cristo morreu e ressuscitou e continuou imposto. Está entendendo o que quero dizer? Ou seja, 2.000 anos atrás isto estava suposto a desaparecer: os batismos, os lavamentos, as imposições de mãos, os rudimentos da doutrina de Cristo, tudo isso estava sujeito a parar lá. Agora, não parou, seguiu. Bem, isso ainda está nas igrejas evangélicas, e os católicos ainda, nem mencioná-los. Esses são os piores que há, quanto à representação de “reformar as coisas”. Necessitam de uma reforma do céu a terra.

 

O papa? O papa, esse tem que desaparecer. Ele não sabe nada, e mais, se ele estivesse escutando aqui, diria: De que fala esse homem? Eles não entendem, se é questão de Bíblia e de mensagem, teólogo? Essa gente não é teóloga, não sabe nada. Veja, um menino nosso aqui pega um sacerdote, o senta e lhe dá uma cátedra. Um menino. Não você, se você fala com ele, abusa dele, falo de um de nossos meninos.

 

Então, isso foi um ato predestinado, de que ninguém entendesse a reforma. E observe, com razão, veja o que diz o verso 11,

de Hebreus 9.

 

“Mas estando Cristo já presente…”

 

Olha, e “presente” significa presença corporal. Quer dizer que Paulo conheceu a revelação, Paulo a entendeu. Veja o que Paulo disse: Depois de minha partida, se seguirá pregando a graça? Quer dizer que a transformação começou lá, no entanto tinha que vir Cristo para ativá-la, Cristo tinha que estar presente para ativar o que já tinha acontecido 2.000 mil anos atrás. Observe que ato predestinado. Ou seja, não é só porque Pedro foi mau e os apóstolos foram maus, é que estava no livreto, no filme estava assim. Porque isso é um livreto, é uma ciência, isso é uma lenda, isso é uma sabedoria. Bem, assim a chamou o apóstolo Paulo: “os segredos da sabedoria”. Assim chamou. De que isto fosse assim. Porque Deus decretou assim.

 

Veja bem se é assim: 1ª aos Coríntios 4: 5.

 

“Assim que…”

 

Observe se estava confusa a coisa naquele tempo; todo mundo estava cheio de perguntas, Paulo teve que dizer:

 

“Assim que não julgueis nada antes do tempo, até que, estando o Senhor já presente, até que venha o Senhor, o qual aclarará também o oculto das trevas,…”

 

Você sabe que é isso que eu faço agora: aclarando-lhe, iluminando, porque essa situação tomou lugar. Isso é o que estou fazendo, aclarando, porque isso estava fechado, não se via.

 

Veja o que diz Lucas 18:8, profeticamente.

 

“Vos digo que logo lhes fará justiça. Essa é a parábola, o contexto do que vinha falando, mas houve uma pergunta: Mas quando vier, o Filho de Deus?

 

Olha, veja que corte tem aí. – Não estava falando de Jesus de Nazaré. – Como estaria falando de Jesus de Nazaré, se ele já estava para morrer? Quer dizer que se esperava uma manifestação de Filho de Homem. Mas, observe o que diz:

 

“Mas quando vier o Filho do Homem…”

 

Arrebatará e os levará para o céu? E onde ele ia achar fé? Na igreja, ou seja, nas congregações achará fé? Como ele poderia achar fé? Pois, ouvindo uma confissão. Diz:

 

“… achará fé na terra?”

 

Mas isso é profético, porque se soubesse que o Filho do Homem ia demorar tanto, e já com a morte de Jesus de Nazaré, o tempo de reformar as coisas está suposto a chegar, e então, agora Paulo diz: “Depois de minha partida, não esperem nada.”

- Mas há que se reformar as coisas.

- Sim, mas depois de minha partida não vai se poder.

- Mas é que está suposto…

- Bem, está suposto, mas é que eu não entendo isso. Deixe que chegue o Senhor e explique este rolo, porque eu não entendo isto. Eu sei que na cruz houve uma mudança de pacto, mas não sei como explicá-lo. E mais, eu mesmo que estou escrevendo o pacto me pergunto, por que ninguém faz caso? Eu não entendo por que os da Ásia me abandonaram, lá o fulano me abandonou, Himineu, Fileto, aquele o entreguei a Satanás. Eu não sei, tem que esperar que o Senhor venha e explique o que está acontecendo, porque já está suposto, uma vez que ele morreu, está suposto a reformar todas as coisas, mas não se reformava nada.

 

 E então, Lucas 18: 8 diz: “O Senhor achará fé”.

- E em que ficamos? Como não vai achar fé, se Cristo já morreu?

- Sim, mas a fé a vão esconder.

- Mas, como que a vão esconder? Bem, aqui há algo, aqui nesse mato tem cachorro. Nesse mato tem cachorro.

 

 Ah, e observe o que diz: João, capítulo 14: 25-26.

 

“Vos disse estas coisas estando convosco.

Mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem meu pai enviará em meu nome, ele vos ensinará todas as coisas e vos recordará…”

 

Isso é o que faço, recordando-lhe. – Então, você é o Espírito Santo? E o que você entende por Espírito Santo? Uma pomba? Espírito Santo é um espírito que é santo, um ensino santo. E isso que o Espírito Santo é uma pomba, e o Senhor é outra coisa? Isso é Trindade, isso também já passou; se reformaram todas as coisas.

 

Então, Jesus de Nazaré já estava advertindo aqui: Veja, eu estou aqui presente, mas eu não posso fazer nada. Eu vim aqui para derramar sangue e abrir um novo caminho. Agora, quando vier o Consolador, quando vier o Espírito Santo, ele ensina. – Ah, então ele é mestre? Bem, se ensina, tem que ser professor, tem que ter uma bíblia e lápis, anotações, tem que ter um telão eletrônico. Porque Daniel disse: - Veja, Daniel, sela isto, porque quando aumentar a ciência, então eu vou desatar os selos para que se entenda todo este enredo.

 

Veja, isso é o que você está experimentando, e eu aqui nesta noite. Por isso, foi que Jesus de Nazaré disse: “Dependendo da medida que ouvis vos será acrescentado”. Você pode estar aqui sentado, e a um se lhe acrescenta trinta, a outros sessenta, dependendo da qualidade do ouvido.

 

Olha, tremendo mistério: o tempo de reformar as coisas 2.000 anos atrás e vieram a se reformar agora. Passaram dois dias. (Aplausos)

 

Isso é um mistério. E lhe digo que não estava reformada, porque você já teria escutado, ou alguém lhe teria dito. Ou alguém diria a você: - Veja, o que José Luis ensina é o mesmo que fulano ensina lá. – teriam lhe dito. Ou, já crescemos tanto, através da Internet, mundialmente, que alguém já teria escrito um e-mail: - Veja, meu pastor ensina o mesmo que vocês. – Então, nos falamos, e ele vai lhe dizer: - Aleluia...

- Ah não, não é o mesmo.

- Deus te abençoe.

- Ah, não é o mesmo.

 

É que, veja, isso em nenhuma parte da terra se ensina. Você é bem aventurado, se tem ouvido para dar valor a isso.

 

Romanos, capítulo 9: 20-25.

“Mas antes, oh homem, quem és tu para que alterques com Deus?”

 

Eu lhe digo, meu Pai é louquinho. Veja, se escolheu um louco como eu, tem que estar louco para meter-se em um vaso como eu. Porque a mim encanta como ele é, ou seja, eu gosto de como ele é; o que me dói é dizer aos demais como é ele. Ou seja, a mim dá pena, lástima com os demais, quando eu gostaria de dizer às pessoas como é Papai Deus, porque vão se ofender, vão se molestar, não vão entender isso, não vão entender aquilo. Então, eu o que trato é de dar-lhe por cima como ele é. Então, digo o melhor dele, que te ama, que você está perfeito.

 

Quem és tu? Alô! Quem está altercando aqui com Deus? Quem está dizendo: - Não, eu não gosto disso, que por graça, que isto, que aquele velhinho que se envolveu naquela igreja, que não fez mal a ninguém, e agora vem este bandido aqui que matou a dois ou três, e agora é perdoado e justificado. E minha avó, que eu nunca ouvi dizer uma palavra má, nem isso, quando lhe mencionamos a Jesus Cristo, o maldisse; agora, vem este indivíduo, que não tem nível, e então creu.

 

O ladrão na cruz, o ladrão disse – lembra-te de mim -.

- E, quem és tu para eu lembrar-me de ti? 

- Bem, sim se pode.

- Pois, se pode.

 

Quem és tu? Veja, eu não alterco com Deus.

 

“Quem és tu, para que alterques com Deus? Dirá o vaso de barro,

Ou seja, esta carne ao que o formou: Por que me fizeste assim?

Ou, não tem poder o oleiro…?

 

Pergunte-se. Se lhe dão barro, e lhe dão uma maquininha dessas de dar volta, o que você faz com o barro? O que lhe der vontade, e, se quiser, também o joga fora. E, se quiser, o recolhe, e faz e, finalmente, fica com o que você quiser, porque você é o oleiro. Pois o oleiro diz:

 

“… sobre o barro para fazer sobre a mesma massa, observe do ventre de Eva, essa é a massa, um vaso para honra e outro para desonra? 

E quê, se Deus querendo mostrar sua ira e fazer notório seu poder,

suportou por 2.000 anos, suportou com muita paciência os vasos de ira preparados para destruição?”

 

Veja, o Benedicto (Bento) esse, esse tipo me cai tão mal, como humano estou falando, como humano, é feíssimo. Tem papas que são mais bonitos que esse. E depois, não gosto nem como caminha tampouco. Tem um caminhar aí de... você  sabe. Não gosto como caminha esse papa. E o que diz, menos. E o que representa, menos. Mas Deus suporta vasos assim, porcos, inúteis. Deus suporta. Veja, Deus tem uma paciência. É que Deus usa vasos assim.

 

Veja, e por que colocar a Pedro, um pescador, e pobre pescador, porque não sabia nem pescar; escolheu o pior de todos. – Veja, traga um que não conheça a nenhum dos profetas, que não conheça a Escritura, que seja um grosseiro, um neófito ignorante. Procura a Pedro, esse é o que necessito, porque depois descobre a Bíblia e vai crer. Assim que necessito do pior, o primeiro papa, o pior, a imundície, o que menos sabia -. Pois, esse é um vaso de ira. O apóstolo Pedro, vaso de ira. Tiago, outro vaso de ira, e João, os três piores homens da história, que a igreja católica os tem aí na frente, as estátuas de Tiago e de Pedro. De Paulo não, de Paulo põem um bonequinho ali, que nem se vê.

 

Olha, eu estou lendo a bíblia sabe, não me julgue mal. Veja o que está dizendo aí, veja, Romanos 9:23.

 

“… e para fazer notórias as riquezas de sua glória,

as mostrou para com os vasos de misericórdia que ele preparou de antemão para glória, aos quais também chamou, isto é, a nós, não só dos judeus, senão também dos gentios? Como também em Oséas diz: Chamarei povo meu ao que não era meu povo, e a não amada,

amada”.

 

Então, a aplicação deste calqueo é, e a revelação é que a mudança tomou lugar faz 2.000 anos, mas no presente há quem o detém. Por 2.000 anos deteve, e ninguém entendeu. Por isso, é que quando eu apareço ensinando, as pessoas dizem: - Ele é meio estranho, ensina estranho. – Verdade que sempre dizem assim? Eu não sei, eu nunca ouvi ninguém falar assim, - isso é o que dizem de mim.

 

Dizem: - Eu nunca tinha ouvido alguém falar assim, nunca. Ele é o único que ensina assim e está mal, e confunde. – Claro, com os espaguetes que têm aí dentro (na mente), com o enredo que tem aí dentro se confunde, e não é que eu confunda, é que há confusão. Mas você sabe que, no mundo inteiro, não há uma pessoa que tenha explicado a mensagem da graça como este servidor, não há ninguém. (Aplausos)

 

E isso era um ato também predestinado. Isso já vinha em predestinação. Dizia: - O outro, quando vier o outro, ele edificará em cima do fundamento que eu deixo. – E esse outro demorou e demorou e demorou e demorou 2.000 anos, e de repente, em 1973, uma noite, de repente, aparece e me pega a cabeça.

 

Isso foi tremendo. Eu, a princípio, nem me atrevia a explicar. – Vão dizer que eu estou louco, esqueça. Era difícil, se eu fosse explicar o que passei nessa habitação, aquilo foi tremendo. Você sabe o que é, de repente, aparecerem dois anjos robustos assim, repugnantes, porque não eram nada amigáveis. Disse-me: - está-te aí. – E eu estava assim, e disse: - Humm, o que é isto, e veja, assim, e estavam ali robustos, altos, fortes assim, e nem pestanejavam ali me olhando. E eu disse: - Ai pai, que será que vai me acontecer aqui? Que estranho isto está. – Ah, e não podia olhar muito para os lados, era – mantenha a vista aí, que não lhe trouxeram para olhar, - e eu estava como meio assustado, mas ao mesmo tempo intrigado com o que ia me acontecer.

 

E, então, de repente, soa como uma trombeta, taraaa! E eu disse: - Anda, aqui foi. O soar da trombeta, porque soará a trombeta, disse Paulo. Olha e, de repente, vem um deles, o da direita, e me diz: “Aí vem o Rei de reis e Senhor de senhores para lhe ungir para o ministério”, e quando disse isso, eu lhe disse: “E isso dói?” Ficaram assim, mais repugnantes ainda. Eu disse, - anda, parece que eu disse algo fora de ordem aqui. – Eu me assustei, mas eu disse, - e isso dói? E não me responderam, e então, de repente, eu vejo essa figura que vem assim, resplandecente, da minha estatura assim, roupas resplandecentes, - e eu que era místico naquele tempo, eu disse, - anda, o que é isto. Agora vou ser um evangelista desses que impõem as mãos. Eu disse: Vão me ungir, assim que vão me dar um dom especial para derrubar as pessoas, fuff, - receba - para expulsar demônios -, porque isso era o que eu tinha na cabeça. Eu dizia: aqui vão me dar um dom bem rico para eu me entreter por aí, vestir de branco e rapaz. Isso é o que a pessoa pensa, verdade Carlos (González)? Eu pensei assim.

 

E então, de repente, vem assim e aproxima e segue se aproximando assim, e não tinha rosto, mas era da mesma estatura minha, me fez assim, e se acomodou em mim. E então, de repente, saio falando com ele, na mente, e me fez pegar a bíblia: Leia. – Claro, se é o mesmo. O mesmo que me disse, - pega a bíblia, hoje é o mesmo, - e então, eu comecei a ler e dizia: “Você está morto ao pecado”, e começou a mente de Cristo a falar, como o bebê quando começa a dizer as primeiras palavrinhas, tatata, papapa, assim eu comecei, ma, mamãe, papai e começou, “você  está morto ao pecado”,  e me repetia, estou morto ao pecado.

 

E aí começou a formar-se a mente de Cristo em mim; pouco a pouco, eu comecei a ouvir. Ah, jamais toquei a bíblia, não pude lê-la mais. Veja que coisa: tem gente que é louca pela bíblia. Eu não me atrevia a tocá-la, porque eu temia que José Luis a interpretasse. Porque essa mente que chegou a mim era quem ia interpretar o livro; então era isso, veja, isso era às cinco da manhã de pé, - que aconteceu.

- Você é um anjo.

- Anda, eu sou o quê?

E dizia: vocês são anjos e depois me disse, são deuses também.

- Ah, se eu digo isso à igreja, não vem mais ninguém no domingo.

 

E depois me disse: isso de água é molhar as pessoas; está perdendo tempo com esses batismos. Ai! Quantos me ficam? Deixa ver, e era uma agonia todos os domingos, porque, todos os domingos, me dizia algo diferente. Tirou-me o batismo, mas deixei a santa ceia, olha, isso é sagrado. Aí me disse: Pão e suco? Se a páscoa já foi sacrificada por você, rapaz. Como você vai se pôr com esse joguinho de um pãozinho e de um vinhozinho?

 

Ah, e quando me dizia assim, me dizia, no domingo tem que explicar isto. – Mas, deixa-me estudar mais.

– Não, no domingo, joga-o, - e eu, irmãos, de agora em diante, aqui não há mais santa ceia nem batismo. (Aplausos)

 

 Ah, e um dia me disse, e isso de culto de oração que vocês têm, isso é uma plegueta que vocês têm aí. Pare com isso também. Se vocês oram vinte e quatro horas ao dia, por que têm que fazer um culto disque de oração. Para que? Para que as pessoas comecem a dar más confissões? – Veja, ore por minha mãe que está morrendo. – Pois, se ferrou sua mãe.

- Ore por mim irmão, que está perdendo o trabalho – veja que afirmação: está perdendo o trabalho, o perdeu.

 

Essas eram reuniões de destruição. Disse a mim: tira essa bobeira. E eu disse, anda rapaz. Não, e se ouviam as pessoas, agorinha nos deixa sem nada. Olha, mas o que foi lhe dado mudou alfarrobas por pérolas. (Aplausos)

 

Olhe, e você sabe que as pessoas não imaginam, e dizem, como podem ter tanto gozo, se aí não oram, não há diabo, não há pecado; e veja como estão contentes, e como crescem.

 

O que é que ele lhes dá? Olha, o maná escondido, a pérola de grande preço. Aba Pai! (Aplausos)